
Os Estados Unidos receberam nas últimas semanas informações sobre um plano iraniano para tentar assassinar o ex-presidente Donald Trump, segundo a agência de notícias Associated Press. Após a ameaça iraniana, o Serviço Secreto aumentou a proteção de Trump.
Segundo autoridades ouvidas pela AP, não há indícios de que esse plano tenha relação com o jovem de 20 anos que tentou assassinar Trump no último sábado (13) durante comício na Pensilvânia. A segurança de Trump já estava reforçada quando houve o atentado.
A Casa Branca informou nesta terça que a investigação policial do atentado da Pensilvânia não identificou ligações entre o atirador e qualquer cúmplice ou co-conspirador, estrangeiro ou doméstico.
“Como dissemos muitas vezes, estamos acompanhando ameaças iranianas contra ex-funcionários da administração Trump há anos, desde a última administração. Essas ameaças surgem do desejo do Irã de buscar vingança pelo assassinato de Qassem Soleimani. Consideramos isso uma questão de segurança nacional e doméstica da mais alta prioridade”, disse Adrienne Watson, porta-voz do Conselho de Segurança Nacional dos EUA.
Em resposta, a missão do Irã na ONU disse que a acusação de um possível complô contra Trump é "infundada e maliciosa". Os iranianos disseram ainda que o ex-presidente "é um criminoso que deve ser processado e punido em um tribunal" por ordenar a morte de um general iraniano.
Trump era o presidente dos EUA e deu a ordem para assassinar o general Soleimani, chefe de uma unidade especial da Guarda Revolucionária do Irã e um dos homens mais poderosos do país, em 2020.
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