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Educação

Professores e profissionais da educação devem receber precatórios em breve, informa líder do Governo

Segundo ele, os servidores que têm direito ao benefício devem receber os valores após um período de impasses

08/04/2026 13h35
Por: Diário da Feira
Fonte: Diário da Feira

Os recursos dos precatórios destinados a professores e profissionais da educação já estão nos cofres da Prefeitura de Feira de Santana. A informação foi apresentada pelo vereador José Carneiro (União), líder do governo na Câmara, durante a sessão desta terça-feira (7). Segundo ele, os servidores que têm direito ao benefício devem receber os valores após um período de impasses.

Segundo o parlamentar, a chegada da verba do antigo Fundef foi confirmada pelo presidente do Sindicato dos Servidores Públicos de Feira de Santana, Hamilton Ramos. “Recebi uma ligação confirmando essa informação. E a alegria desses profissionais, cerca de 3 mil pessoas, é a nossa satisfação”, afirmou.

O vereador Edvaldo Lima (União) destacou que professores chegaram a ir à Câmara em anos anteriores para reivindicar pela liberação dos valores para custear tratamentos de saúde. O vereador Pastor Valdemir (PP) afirmou que integrou o grupo que defendeu a aprovação da proposta à época. Ele também comentou que alguns professores enfrentaram dificuldades para tratar da saúde enquanto aguardavam a liberação dos recursos.

O vereador Jorge Oliveira (PRD) também mencionou que acompanhou a situação dos profissionais, mesmo antes de assumir o mandato, destacando a expectativa pelo recebimento dos valores. Por fim, o presidente da Casa, vereador Marcos Lima (União), ressaltou que o pagamento dos precatórios deverá ocorrer de forma integral, sem intermediação de instituições financeiras.

DIREITO DOS PROFESSORES

Para o vereador Professor Ivamberg (PT), os precatórios representam um direito adquirido pela categoria. “Nós não adquirimos esse direito por causa de nenhum projeto votado nesta Casa, e sim pelo trabalho realizado entre 1997 e 2006”, afirmou. Segundo ele, o debate ocorrido no ano passado envolvia a possibilidade de um empréstimo, que não avançou. O parlamentar acrescentou que o valor total gira em torno de R$ 248 milhões, mas ainda não houve repasse aos profissionais da educação.

*Ascom/ CMFS

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