
Comerciantes da avenida Eduardo Froes da Motta, nas proximidades do Mercantil Rodrigues, estão preocupados com a possibilidade de perder seus espaços em função da duplicação da Contorno. Eles reivindicam um diálogo com o DNIT, responsável pela obra, que determinou a retirada de estabelecimentos sem apresentar alternativas ou garantias.
O assunto foi levado à Câmara Municipal pelo vereador Ron do Povo (PP), que destacou que os comerciantes receberam um prazo de apenas 30 dias para desocupar os locais, sem qualquer planejamento para realocação ou indenização. “Nada foi discutido sobre uma nova área ou compensações. As pessoas precisam trabalhar para sustentar suas famílias e cumprir com suas obrigações”, afirmou o parlamentar.
Segundo Ron, após a entrega das notificações, o DNIT não respondeu às tentativas de contato dos comerciantes. Para evitar prejuízos, os empresários sugerem que autoridades municipais, estaduais e federais, como o prefeito José Ronaldo e o deputado federal Zé Neto, sejam sensibilizados para mediar a situação.
O vereador Luiz da Feira (PP) também criticou a falta de planejamento e se comprometeu a buscar a intervenção do deputado Zé Neto para abrir um canal de diálogo com o DNIT. “Receber notificações em cima da hora é um baque. Vamos tentar encontrar uma solução que permita aos comerciantes continuar suas atividades”, afirmou.
A expectativa é que a mediação possibilite a identificação de novas áreas ou medidas compensatórias, garantindo a continuidade do comércio local enquanto a duplicação da Contorno é concluída.
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