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Greve afeta serviços de saúde universitários em Salvador


Publicada em 21/09/2017 ás 15:16:18
Joá Souza | Ag. A TARDE
Servidores terceirizados do Hospital Edgard Santos reivindicam reajuste salarial

 Os funcionários celetistas do Hospital das Clínicas e da Maternidade Climério de Oliveira, vinculados à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), estão parados desde a manhã de terça-feira. Um dos motivos da mobilização é referente ao aumento salarial que é realizado anualmente, e até o momento não foi cumprido por parte da empresa.

Segundo a executiva da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef), Erilza Galvão, cerca de 46 hospitais universitários vinculados à Ebserh suspenderam as atividades em todo o país.

De acordo com a executiva, foram realizadas assembleias com o objetivo de debater o acordo coletivo anual. "O motivo central da paralisação é a campanha salarial, entretanto, ocorre um impasse nas negociações e por este motivo não obtivemos avanços nas cláusulas sociais e econômicas", diz.

Ela ressalta que a maior parte dos funcionários, como médicos, corpo administrativo e assistenciais, participa das mobilizações.

No Hospital das Clínicas e na Maternidade Climério de Oliveira, cerca de 45% dos funcionários estão em atividade. Lembrando que a paralisação é nacional e todos os funcionários celetistas de unidades de saúde ligadas à Ebserh participam", conta Erilza.

A executiva ainda informa que as assembleias estão sendo realizadas em todo o Brasil e que a confederação trabalha em conjunto com as outras regiões para definir as negociações.

"Decidimos manter a greve, pois consideramos o tempo curto para a entrega da proposta do Tribunal Superior do Trabalho. Após todo o resultado das assembleias será informado qual a tendência do movimento", afirma Erilza.

Mobilização

Como parte da paralisação, alguns funcionários se vestiram de preto, como símbolo de luto pelo andamento das negociações. Os funcionários declaram que é necessário lutar pelos direitos, uma vez que a empresa está negociando há sete meses e, até o momento, sem nenhum acordo. Os trabalhadores ainda informam que a empresa não apresentou nenhum tipo de reajuste.

De acordo com a técnica de enfermagem Priscila Brito, 24 anos, é necessário que a empresa apresente uma proposta e negocie com os trabalhadores. "Desde março estamos em uma negociação que não existe, e nesse período não foi informado nada aos funcionários", conta Priscila.

Em nota, a assessoria do Hospital das Clínicas informou que está buscando o entendimento da mesa nacional de negociação e está atendendo às solicitações do Tribunal Superior do Trabalho (TST).

Já a assessoria da Maternidade Climério de Oliveira informou que o atendimento ambulatorial à população está mantido e que a unidade continua negociando para que os serviços prestados à sociedade não sejam afetados.

 

Por Diario da Feira/A tarde
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